Corpo-a-corpo no centro e perto do comitê (avenida Francisco Navarra). Grava programa para TV e rádio.
Antônio Silva (PTB)
De manhã e à tarde visita empresas. À noite se reúne com lideranças comunitárias.
Eduardo Corujinha (PT)
Na parte da manhã grava programa eleitoral e participa de evento de cafeicultura. À tarde visita escola rural, empresas e entidade filantrópica. À noite se reúne com lideranças de bairros e conselho comunitário.
Dr. Simplício (PV)
Participa do Circuito Mineiro da Cafeicultura pela manhã. À tarde grava programa eleitoral (TV e rádio)
É sô observador, aqui em varginha não adianta faze debati não, só ta ino um candidatu.
A observação do Prof. Paione foi boa. Tive a curiosidade de ir passando os anos (trocando o ‘2000’ no link passado para os anos seguintes). Eu particularmente não tive uma boa impressão do andamento das coisas. Alguém concorda comigo?
Yeda, você tem razão, a dívida é enexistente no ponto de vista contábil, agora….
a politica em Varginha ta tão ruim que neste momento 04/09/2008 ás 21:00 horas o titular deste blog (Marcus Madeira) está em Tres Corações cobrindo o debate de Prefeitos daquela cidade.
Realmente Afonso Henrique seu pensamento está correto, pois o saldo foi credor.
Por outro lado, o balanço foi fechado com data de 31.12.2000 e registrado por obrigação de lei em 31.03.2001. Portanto, subtende-se de que o regime de competência é um e o de caixa é outro. Portanto, a divida é inexistente do ponto de vista contábil.
Hoje por curiosidade resolvi acessar o site da Prefeitura no ítem Contas Públicas para ver o “rombo” de 200 milhões anunciado no horário político gratuito. Não encontrei o tal rombo mas sim um superávit de R$ 8,5 milhões.
Quem tiver a mesma curiosidade que eu tive é só ir no link:
http://www.conam.com.br/contaspublicas/prefeitura/varginha/doc/2000/BALFIN.TXT
Não sei se verifiquei corretamente pois não sou especialista no assunto. Os especialistas que examinem o site e que tenham a palavra.
É O QUE VALE O ESCRITO-LEIA:
Brasileiros gastam mais com saúde que governo
Com R$ 103,2 bilhões em despesas de saúde no ano de 2005, as famílias brasileiras gastaram mais que o próprio governo Lula, que investiu apenas R$ 66,6 bilhões no setor. Os dados constam na pesquisa “Economia da Saúde: uma Perspectiva Macroeconômica 2000 – 2005” divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Somando gastos públicos e privados (incluindo mais R$ 1,8 bilhão das instituições sem fins de lucro), o país gastou R$ 171,6 bilhões com bens e serviços de saúde. O número representa 8% do Produto Interno Bruto (PIB, total de riquezas produzidas no país) de três anos atrás. “Em relação a países semelhantes ao Brasil, os gastos públicos se equiparam. Mas quando se olha os países desenvolvidos, nossa despesa é bem menor”, afirma Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE.