A partir de quinta-feira, pacientes que necessitam de tratamento contra o câncer não poderão esperar mais do que 60 dias para serem atendidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Especialista diz que região já cumpre a medida.
A Lei 12.732/12, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro do ano passado, teve sua regulamentação detalhada ontem pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O tempo de espera começa a contar a partir do momento em que o diagnóstico da doença é incluído no prontuário do paciente. O tratamento engloba cirurgia, sessões de quimioterapia e radioterapia.
Segundo o artigo terceiro da lei, o descumprimento da mesma sujeitará os gestores direta e indiretamente responsáveis às penalidades administrativas. Já o quarto artigo informa que lugares sem serviços especializados em oncologia deverão criar planos regionais para superar tal situação.
Para o oncologista da FMABC (Faculdade de Medicina do Grande ABC) e chefe do setor de oncologia do Hospital de Ensino Anchieta de São Bernardo, Daniel Gomes Cubero, a novidade não surtirá efeito na região. “Não haverá mudança no Grande ABC porque já estamos muito bem aparelhados nesses serviços. Já realizamos o atendimento pouco tempo após o diagnóstico”, analisa.
Em locais mais afastados do País, Cubero acredita que será difícil a norma ser cumprida. “O tratamento depende de máquinas e estruturas de alto custo que não estão disponíveis em todos os locais. Em lugares mais distantes é necessário que se monte centros de referência. Em muitas regiões brasileiras não existe sequer oncologista”, observa.
Outro ponto analisado pelo médico foi a continuidade do tratamento. “A norma garante o primeiro acesso em até 60 dias, mas não trata de estruturação eficiente para que o paciente passe por todas as instâncias que necessita”, aponta.
Para a presidente da Associação das Voluntárias para Combate ao Câncer do ABC, Clotilde Martins, a lei chegou na hora certa. “Se a decisão realmente vingar, será muito bom porque conhecemos casos de pessoas que esperam muito tempo para serem tratadas”, conta.
Para auxiliar a gerenciar fila de espera, o Ministério da Saúde informou ter criado o Siscan (Sistema de Informação do Câncer). O software, disponível gratuitamente para as secretarias de Saúde a partir dessa semana, reunirá o histórico dos pacientes e do tratamento, possibilitando acompanhar o panorama da doença.
Hospitais também serão visitados para que sejam feitas avaliações sobre condições de funcionamento e agilidade no tratamento.
Eduardo Ottoni, uma coisa no seu comentário me intrigou. Normalmente, o lider de governo na Câmara é do partido do prefeito, ou vice.
O único vereador do PTB, partido do Antônio Silva, é CARLOS COSTA. E o mesmo não é líder.
Haja vista, que o Carlos Costa tem questionado duramente a administração de Varginha, com o risco de até sair do PTB, fato este que já parece irreversível, por discordância política com o atual prefeito.
Será que o Antônio Silva, juntamente com seus correlegionários políticos Stéfano Gazzola e Dilzon Melo, não confiam no seu vereador CARLOS COSTA?
A audiência foi um sucesso???? Ué, realmente lá estava lotado, massssssssss
a falação e a rasgação de seda para esta administração, deu canseira… na metade da reunião não tinha quase ninguem. Só conversa fiada, não se resolveu nada, muito menos foi explicativo. Tudo lorota.
Teve até gente lá que soltou a frase: “NÃO ESTAMOS PREOCUPADO COM O POVO, E SIM COM GESTÃO”.
Qual o reesultado objetivo dessa audiência? A Câmara vai decidir técnicamente ou poliicamente? Considerando que o Ver. Dr. Adilson é o LIDER do PREFEITO na CAMARA, e, sendo a decisão do executivo, dentro do novo planejamento, é tornar o pronto atendimento do Hosp. Bom Pastor ser voltado apenas para a TRAUMATOLOGIA, qual será a sua posição? Já disse e repito que compatibilizar a TECNICA com a POLITICA não é tarefa fácil. Vamos ver….
Olha pessoal o seu direito valendo. é só cobrar:
Paciente espera 60 dias por tratamento de câncer
Thaís Moraes
Do Diário do Grande ABC
A partir de quinta-feira, pacientes que necessitam de tratamento contra o câncer não poderão esperar mais do que 60 dias para serem atendidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Especialista diz que região já cumpre a medida.
A Lei 12.732/12, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro do ano passado, teve sua regulamentação detalhada ontem pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O tempo de espera começa a contar a partir do momento em que o diagnóstico da doença é incluído no prontuário do paciente. O tratamento engloba cirurgia, sessões de quimioterapia e radioterapia.
Segundo o artigo terceiro da lei, o descumprimento da mesma sujeitará os gestores direta e indiretamente responsáveis às penalidades administrativas. Já o quarto artigo informa que lugares sem serviços especializados em oncologia deverão criar planos regionais para superar tal situação.
Para o oncologista da FMABC (Faculdade de Medicina do Grande ABC) e chefe do setor de oncologia do Hospital de Ensino Anchieta de São Bernardo, Daniel Gomes Cubero, a novidade não surtirá efeito na região. “Não haverá mudança no Grande ABC porque já estamos muito bem aparelhados nesses serviços. Já realizamos o atendimento pouco tempo após o diagnóstico”, analisa.
Em locais mais afastados do País, Cubero acredita que será difícil a norma ser cumprida. “O tratamento depende de máquinas e estruturas de alto custo que não estão disponíveis em todos os locais. Em lugares mais distantes é necessário que se monte centros de referência. Em muitas regiões brasileiras não existe sequer oncologista”, observa.
Outro ponto analisado pelo médico foi a continuidade do tratamento. “A norma garante o primeiro acesso em até 60 dias, mas não trata de estruturação eficiente para que o paciente passe por todas as instâncias que necessita”, aponta.
Para a presidente da Associação das Voluntárias para Combate ao Câncer do ABC, Clotilde Martins, a lei chegou na hora certa. “Se a decisão realmente vingar, será muito bom porque conhecemos casos de pessoas que esperam muito tempo para serem tratadas”, conta.
Para auxiliar a gerenciar fila de espera, o Ministério da Saúde informou ter criado o Siscan (Sistema de Informação do Câncer). O software, disponível gratuitamente para as secretarias de Saúde a partir dessa semana, reunirá o histórico dos pacientes e do tratamento, possibilitando acompanhar o panorama da doença.
Hospitais também serão visitados para que sejam feitas avaliações sobre condições de funcionamento e agilidade no tratamento.
Eduardo Ottoni, uma coisa no seu comentário me intrigou. Normalmente, o lider de governo na Câmara é do partido do prefeito, ou vice.
O único vereador do PTB, partido do Antônio Silva, é CARLOS COSTA. E o mesmo não é líder.
Haja vista, que o Carlos Costa tem questionado duramente a administração de Varginha, com o risco de até sair do PTB, fato este que já parece irreversível, por discordância política com o atual prefeito.
Será que o Antônio Silva, juntamente com seus correlegionários políticos Stéfano Gazzola e Dilzon Melo, não confiam no seu vereador CARLOS COSTA?
A audiência foi um sucesso???? Ué, realmente lá estava lotado, massssssssss
a falação e a rasgação de seda para esta administração, deu canseira… na metade da reunião não tinha quase ninguem. Só conversa fiada, não se resolveu nada, muito menos foi explicativo. Tudo lorota.
Teve até gente lá que soltou a frase: “NÃO ESTAMOS PREOCUPADO COM O POVO, E SIM COM GESTÃO”.
Ai ai.. estamos no arroz.
Qual o reesultado objetivo dessa audiência? A Câmara vai decidir técnicamente ou poliicamente? Considerando que o Ver. Dr. Adilson é o LIDER do PREFEITO na CAMARA, e, sendo a decisão do executivo, dentro do novo planejamento, é tornar o pronto atendimento do Hosp. Bom Pastor ser voltado apenas para a TRAUMATOLOGIA, qual será a sua posição? Já disse e repito que compatibilizar a TECNICA com a POLITICA não é tarefa fácil. Vamos ver….