
Homenagem tem que ser feita enquanto as pessoas estão vivas. A Federação Mineira de Judô contou, em seu site, um pouco da história do judô na cidade. Citou aquele que é o principal incentivador do esporte em Varginha.
Para as centenas de pessoas que, como eu, passaram pelo dojô do sensei Nório Shukuri, é uma leitura muito bacana.
Parabéns à FMJ pela iniciativa!!!
Os pioneiros do Judô em Varginha
Para falar da história do judô de Varginha, é fundamental destacar a CBC Indústrias Pesadas S.A..
A CBC, inicialmente denominada Companhia Brasileira de Caldeiras e Companhia Brasileira de Caldeiras e Equipamentos Pesados, respectivamente, foi fundada em setembro de 1955, com a participação do grupo alemão Von Thyssen, no município de Varginha, cidade localizada na região sul de Minas Gerais.
Judô começou na década de 70

Em 1963, o grupo japonês Mitsubishi, compreendendo a Mitsubishi Heavy Industries, a Mitsubishi Corporation e a Mitsubishi Electric Corporation, adquiriu o controle acionário da sociedade.
Com isso, uma colônia japonesa se instalou em Varginha.
Em 1975, foi montado um dojô na cidade, inicialmente para atender aos filhos dos diretores da empresa e que, posteriormente, abriu as portas para a população.
Seleção Brasileira de Judô em Varginha

À época, o sensei era Shuhei Okano, ex-técnico da Seleção Brasileira de Judô, de 1968 a 1974.
Nesse período, foi técnico de Chiaki Ishii e, posteriormente, contribuiu para as conquistas dos judocas Aurélio Miguel e Rogério Sampaio.
Ficou por dois anos à frente do judô de Varginha e, vale citar, trouxe a Seleção Brasileira para intercâmbio na cidade.
Sensei constituiu família em Varginha

Em 1977, Norio Shukuri foi convidado por Shuhei Okano para assumir o dojô de Varginha, cidade na qual constituiu família e prosperou a modalidade no município e na região.
O sensei Shukuri chegou ao Brasil em 1971; antes, ele residia em São Paulo e treinava com os senseis Chiaki Isshii e Uichiro Umakakeba.
Norio Shukuri, atualmente com 78 anos, é 7º DAN pela Kodokan do Japão, inscrito pela Yudanshakai do Brasil.
Foi bicampeão mundial de Judô Veteranos em Atlanta (USA 2010) e em Montreal (Canadá 2011).
Shuhei Okano, hoje com 82 anos, é presidente do Instituto Kodokan do Brasil e presta inúmeros serviços em prol do judô brasileiro.
Lucas Corrêa Reis

Seguindo o legado de seus antecessores, Lucas Corrêa Reis evoluiu como professor, técnico, dirigente e projetou o judô de Varginha para o mundo.
Para alegria dos amantes dessa nobre arte marcial, Lucas criou um canal no YouTube e tem publicado diversos vídeos de excelente qualidade fotográfica sobre técnicas e variações de ataque e defesa no judô.
Clique aqui para conhecer o canal do Lucas no YouTube: inscreva-se e compartilhe.






Recentemente faleceu o comerciante mais antigod e Varginha, dono da Lord Camisarias, na Rua São Paulo.
Ninguém fez nenhuma homenagem a ele. Agora apostso que vai aparecer Vereador, ACIV, Prefeitura querendo homenagear a família…..
Povo de Varginha é mjuito demagogo!!!!!
Bela matéria. A história tem q ser saudada em vida. Parabéns à todos.
Madeira, tem muitas pessoas que fizeram muito pelo esporte amador, na época do VTC … Silvia, Joao Carlos e muitos outros. Merecem uma matéria … Vai a dica….
Não podemos esquecer que a CBC teve a sua origem na década de 40, por intermédio do alemão radicado em Varginha, Sr. Frits.
Nós primórdios, aquele local já foi hipódromo, campo de aviação e de futebol.
O Sr. Frits, que residia na Praça Getúlio Vargas, iniciou a fabricação de pequenas caldeiras e afins quando um grupo alemão adquiriu e ampliou a referida negociando posteriormente com os japoneses quando nasceu a saudosa CBC que chegou a empregar direta e indiretamente, mais de 4 mil trabalhadores.
Parabéns aos precursores do judô em Varginha.(Esporte preferido dos japoneses).