
O Jornal Tribuna de Varginhense de 18 de junho de 1961 falava sobre os ruídos inúteis que estavam por toda cidade causados por carros, caminhões de carga, motocicletas, lambretas e buzinas. Ele diz também que “em certas ruas não se pode ouvir rádio e até mesmo conversar” e que isso acontecia por exibicionismo entre os condutores.
O Jornal também alertava para os riscos trazidos pelo ruído para a nossa audição e pedia para que fossem “cumpridas as leis para que a população encontre momentos de paz e sossego”
Neste mesmo período estavam acontecendo as festas junina e muitos moradores da área urbana estavam soltando foguetes perturbando as paz e os ouvidos da cidade.
Bom, aproximadamente 60 anos depois podemos dizer que a grande quantidade de ruído continua, a frota de automóveis mais que multiplicou de lá pra cá.


Ter que ouvir funk vindo do carro rebaixado dos bandidinhos é quase tão ruim quanto pegar fogo.
“isso acontecia por exibicionismo entre os condutores.” 60 anos depois nada mudou. Exibicionismo parece realmente estra no sangue dos habitantes desta cidade! A vida do varginhense se resume a trabalhar para comprar roupas de marca, carro do ano e se exibir por aí.
“isso acontecia por exibicionismo entre os condutores.”…. 60 anos depois, nada mudou! Exibicionismo parece realmente estar no sangue dos habitantes desta cidade. A vida dos varginhenses se resume a trabalhar (tem que ser um trabalho que lhe dê status) para comprar roupas de marca, carro do ano e sair se exibindo por aí. Nem uma pandemia muda isso. Pode estar comendo ovo, mas vai arrotar caviar! Isso é Varginha.
“O nosso direito termina quando começa o do outro”.
Esta frase é bastante elucidativa em relação a poluição sonora que sensibiliza e perturba nossa urbe.
Não existe fiscalização adequada (Código de Posturas) e geralmente, são os nossos tímpanos sofrem às consequências…
Ao invés de carros de som, por que não utilizar a mídia Radio e TV ? Fica caro ? então respeitem os decibéis permitidos, 50 db.
Podem estar incomodando um enfermo que em seu legítimo lar esta implorando pelo direito ao silêncio.
Se há 60 anos reclamavam, imaginem hoje…
Elementos paracem ser donos da cidade paasam comseus carros com musicas de estremecerem as janelas!As vezes vendo TV não dá para escutar nada com essas anti-musicas onde se ouvem ´so os baixos das guitarras! Até quando falta a educação e a noção ás pessoas em suas casas !!!