
Por Vanilda Souza Marques, jornalista e ambientalista.
“O maior inimigo a enfrentar é o que se encontra dentro de nós mesmos” Manhtma Gandhi
Ao ler este artigo, muitos pensarão que a jornalista está com os neurônios um tanto quanto frouxos. Mas, pelo que leio, pesquiso e sinto, estamos vivendo o fim de um ciclo sócio-político-cultural, econômico e planetário. Vemos isso no dia a dia, debaixo de nossos olhos e sentimos na pele.
Não bastassem a poluição, mudanças climáticas bruscas e devastadoras, epidemias de diversas doenças, pandemia da Covid 19, mais de 14 milhões de desempregados, presenciamos algo ainda pior: a intolerância, o ódio entre pessoas de raças, credos e ideologias diferentes. Pra não alongarmos demais,assistimos em várias modalidades do atletismo atitudes racistas, jogadores chamando adversários de macacos, a plateia enfurecida entrando no coro.
Clique em Leia Mais

Exemplo foi o caso do garoto de 11 anos, Luiz Eduardo Bertoldo Santiago, que em um jogo no interior de Goiás ano passado, chorou ao relatar que o técnico do time adversário lhe desferira injúrias raciais, tipo “marca o preto aí, ó”. O menino, a posteriori, recebeu solidariedade de vários times de renome nacional e ofertas de testes.
Caso mais recente é o do deputado pelo PSL-RJ, Daniel Silveira,que atacou e ameaçou ministros do STF, além de ofender policiais que lhe pediram para usar máscara em depoimento. A ficha dele é longa, envolvido em inquérito de fraude de documentos, como atestados de saúde falsos, uso indevido do dinheiro público, puniçoes quando
pertencia à PM, além de, durante sua campanha, aparecer segurando a placa quebrada em homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio com o motorista, Anderson Gomes. E a Câmara ainda estuda dar-lhe uma sanção branda. Lastimável.
Sem contar os exemplos de agressão do presidente à imprensa e advserários políticos. Céus, onde iremos parar? Quantos amigos e parentes estão se digladiando, via encontros ou redes sociais por serem contra ou a favor do atual governo! Enquanto eles, ilhados da crise no topo do poder, se locupletam às nossas expensas, ficamos discutindo e criando beligerância com gente de nosso convívio. Perdemos amigos e afetos.
Nada justifica estes confrontos com tamanha raiva. Faltam discernimento, leitura, educação e, acima de tudo, consciência de que somos uma sociedade plural e democrática . Podemos e devemos divergir, pois isso leva ao conhecimento e à variedade de informações. Porém, alimentar o ódio e partir para o ataque tipificam violência e intolerância. Pior: a violência e intolerância são incentivadas no gabinete do ódio.
O excesso de individualismo, egoísmo, ganância, fanatismo, ocupação exagerada com celulares e computadores estão nos fazendo perder o senso do social e do diálogo. Vivemos sob a égide da intolerância. Somos humanos, com capacidade intelectual e sensibilidade suficientes para sabermos conviver e respeitar as diferenças, bem como nos tratarmos como irmãos. Paz, solidariedade e bem a todos nós.
Concordo tbem que o texto desta senhora é demasiadamente tendencioso. Ela deveria questionar a “justeza da lei de cotas raciais” Ela deveria dizer que é a maior prova do racismo no Brasil. Uma lei asquerosa e injusta que visou apenas atender os “mimimis e vitimismos” sem no entanto levar em conta que todos brasileiros são iguais, mas prá muitos fdps, por serem pretos e lgbt..s merece privilégios em relação aos demais brasileiros.
É muito vitimismo, mesmo! Mimimi, na certa!
Thais Araújo, atriz negra, que faz parte da elite econômica desse país, certa vez disse a seguinte frase (pérola) num programa de TV: “quando saio na rua, pessoas que me avistam, mudam de passeio… só pelo fato de eu ser negra!”
São nessas “verdades” que alguns da mídia tendenciosa tem se apoiado, e que muitos idiotas úteis acreditam e acabam espalhando!
Onde essas pessoas pensam que vivem? Nos Estados Unidos da Ku Klux Klan? Na África do aphartheid?
Nos EUA, até meados da década de 60, “que foi ontem”, era crime a união inter-racial!
Negros e brancos são iguais e devem ter os mesmos direitos!
O Brasil está anos-luz à frente dos Estados Unidos, em termos de convivência pacífica entre raças distintas!
Então, vamos acabar com essa “vontade” de importar de outros países, aquilo que não presta!
Problemas, já bastam os nossos!
A galera que diz que é “mimimi”, que é isso ou aquilo outro, não tem culhões de viver a mesma vida que os discriminados vivem. Continuam ignorantes, presos aos costumes triássicos e não aceitam que aqueles que eles oprimem batam de frente com eles.
Lamento dizer, mas achei o texto “ideologicamente” ridículo. Concorfo com o internauta Carlos: este vitimismo e coitadismo já encheu o saco.
A Sra. Vanilda deveria rever seu texto. Me parece tendenciosa. Além de algumas correções ortográficas e gramaticais , deveria rever conceitos também . Fácil tecer julgamentos e dizer que existe um povo sem estudo e conhecimento , além de falar em democracia , mas ao se referir às críticas do presidente aos meios de comunicação tendenciosos e ao tal gabinete do ódio que nem sabe ao certo existir, me parece que desconhece muito o outro lado da moeda. Ou realmente tem preferências que compromete a isenção que seu texto deveria ter . Assim começam as divergências nobre senhora .
Sou do tempo que fumar era chique e queimar rosca era repugnante. Hoje as coisas inverteram. Preto não ser chamado de preto. Mulher não pode ser chamada de mulher. Viado não pode ser chamado de viado… Ô povinho chato e difícil de aguentar, sô!
O que mais dá náuseas, é o mimimi. É o coitadinho. Esta gente não cansa de ser irritante e asquerosa.